domingo, 4 de março de 2012

Artes de fim de semana

Já faz tempo que queria colocar em prática umas artes que tinha em mente. Só ficava pensando e acabava não fazendo nada. Este fim de semana finalmente coloquei alguma coisa em prática.
Fiz uns aromatizadores de ambiente pra dar de presente a algumas amigas e fiz também um doce de goiaba. Aqui em casa temos uma goiabeira que está dando bastante goiaba e eu e meu marido não damos conta de comer. Então, resolvi fazer um doce em calda com as goiabas. Me lembrei tanto dos doces da minha avó! Na casa dela sempre tinha doce em calda. Delícia!
Resolvi dar parte do doce de presente e fiz uma embalagem bonitinha.

Aromatizador de ambiente:
50ml água
50ml álcool de cereais
20 ml de essência ( eu usei de aloe vera)



Doce de goiaba em calda:

• 10 goiabas
• 400g de açúcar (a receita dizia que eram 500g, diminuí para 400g e deu certo, da próxima vez testarei com menos ainda)
• 1 copo de água

1. Tire a casca das goiabas e parta-as ao meio.
2. Depois retire as sementes das goiabas e separe em uma panela.
3. Coloque o copo de água na panela onde se encontram as sementes e leve ao fogo, com uma colher de pau comece a machucar as sementes.
4. Quando ferver bem e todas as sementes já tiverem desmanchado, formando um creme grosso, peneire em outra panela até ficar somente as sementes no escorredor e o creme na outra panela
5. Despeje as metades de goiaba na panela onde se encontra o creme.
6. Junte o açúcar , leve ao fogo e continue mexendo com a colher de pau.
7. Após 15 a 20 minutos o doce estará bem cremoso, grosso, em caldas.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Triste e revoltante verdade

Oi gente!
Tô passando aqui correndo muito , mas fiz questão de reproduzir este texto que encontrei no blog: http://danydanielle.blogspot.com/2011/04/medicos-escoria-da-saude.html
Eu trabalho com saúde e sei o quanto isto tudo é verdade, infelizmente.
Beijos e volto pra contar sobre a páscoa!

"Quando alguém aqui em casa adoece, junto com a enfermidade aparece sempre um sintoma nas pessoas que estão em volta: a dor de cabeça em ter que procurar uma clínica, um hospital, um médico.
Entrar em um consultório médico é ter que tomar uma injeção de inércia ao encarar, com respeito, aquele que se senta de branco, atrás da sua mesa de descaso.
É envolvida por um sentimento de revolta que escrevo este desabafo.
E sabe porque?
Porque cansei de ser tratada como um ser inferiormente enfermo toda vez que procuro um profissional da saúde.
Porque cansei de ter que esperar por 2 horas (como tempo mínimo) por uma consulta, normalmente com a aflição de quem está precisando de amparos médicos e ser recebida pelo desrespeito e anti-ética profissional dos doutores da saúde.
E falo aqui dos hospitais e clínicas particulares.
Felizmente não tenho noção do que passam as pessoas que só podem ter acesso à saúde pública, pois aí eu teria que falar de duas doenças crônicas: médicos e políticos. E certamente, eu adoeceria neste discurso.
Não importa se quem está sentado ali na sala de espera é um empresário, uma dona de casa de sucesso, uma criança, um idoso.
A espera, neste caso, é sempre democrática.
Para qualquer empresa prestadora de serviços os clientes são considerados os seus maiores bens.
Faz-se de tudo para que estes sejam bem atendidos, para que fiquem satisfeitos com os serviços prestados e para que se tornem clientes de longo prazo.
E é por isso que declaro: não quero mais ser tratada como PACIENTE.
Isso tem que mudar.
Comecemos esta mudança pela nomenclatura, se é para dar um primeiro passo.
Ao invés de paciente, quero ser tratada como CLIENTE.
Quero avaliar seus serviços.
Quero protestar no twitter, reclamar no Procon, ter uma SAC para ligar.
Ser PACIENTE não está funcionando.
Até porque a saúde virou um comércio, sejamos francos.
Quanto mais pacientes o médico puder atender, melhor para seus bolsos doentes.
E não me venham colocar suas culpas em vossas remunerações.
Tomem como referência os professores, os profissionais piores remunerados em nosso país.
Eles são responsáveis por ter colocado vocês, doutores da vergonha, neste pedestal de desdém onde os senhores se encontram.
Eles acordam às 5 da manhã para que, pontualmente às 7, estejam também, ironicamente vestidos em seus jalecos brancos com seus gizes em punho, exercendo sua brilhante função social.
E estes pontuais profissionais, não recebem o mesmo respeito e tampouco salário equivalentes aos que os senhores, doutores do descaso, recebem da sociedade.
Ser qualquer um, este é o sentimento que me envolve nesta hora, de ser apenas um qualquer ali, a mercer de um não-profissional disposto a não resolver meus problemas e ao contrário, se livrar logo de mim e poder chamar o próximo!!!
Ter que entrar na sala de um médico após uma espera impressionantemente infinita e permanecer em uma consulta que dura 10 minutos, sendo que em 2 deles ele te escuta com a pressa de quem te quer longe e os outros 8 minutos de consulta passa prescrevendo um pergaminho de medicamentos que poderiam ser reduzidos em muito se ele, ao menos, tivesse tido o cuidado de perguntar um pouco mais sobre o seu histórico de saúde. (Isso quando não te indica uma farmácia parceira).
Precisar de um profissional da saúde é ter que tomar uma pílula de vergonha alheia sem ter um copo d'água para ajudar a engolir.
Vergonha é o sentimento destinado a estes não-profissionais diplomados, fantasiados em seus jalecos de frustração, atendendo pessoas mal-vindas em seus consultórios.
Nos dias em que o meu interior não está para ser PACIENTE de ninguém e com ninguém, recorro a um grande Xamã da vida moderna, o Dr. Google e de mãos dadas com ele a auto-medicação.
Já optei também, muitas vezes, pelo chá caseiro da vovó, pela mandinga da vizinha ou até mesmo pela opinião daquele atencioso farmacêutico, que me escuta pacientemente e tenta me entender, ao invés do descompromisso descarado de um médico que me prescreve um GENÉRICO DIAGNÓSTICO.
Ah, é errado, doutor?
É.
É muito errado sim.
Mas não mais e não menos errado do que receber receitas automáticas de médicos ao estilo fast food que me enchem de medicamentos desnecessários e muitas vezes inúteis, quando não errados.
Quem sofre com tudo isso é a nossa saúde, doutores.
A longo prazo (com sorte) sua prática superficial pode nos custar a vida.
Mas e a vida... e a vida o que é? Diga lá seu doutor.
Abomino essa sua postura.
Abomino a sua frustração, que escolheu esta profissão pelo status e possíveis ganhos que poderia e provavelmente virá a ter.
E tenho agora um grito preso na garganta querendo sair: Isso tem que mudar!!!!
Todo mundo reclama, o mundo todo vê o erro, mas poucos são os que fazem alguma coisa.
A solução é sair na rua queimando máscaras nebulizadoras ou munidos de nossas farmacinhas caseiras atirando pílulas por aí?
Talvez não.
Mas, ao menos, devemos ser agentes de mudança deste comportamento desrespeitoso de uma classe tão fundamental para o bem viver social.
Doutor, você não merece o respeito da nossa sociedade e sabe porque?
Porque você não tem um dom como muitas vezes nos ensinaram nossas avós.
Você tem apenas um diploma numa moldura e uma dose cavalar de frustração por detrás do seu estetoscópio.
Você é a pior doença atual da nossa saúde, pois espalha por onde passa a epidemia do descaso.
E termino meu desabafo fazendo um pedido a você, médico, que passou anos e anos estudando anatomia, histologia, embriologia, patologia:
- Doutor, por favor, me prescreva um pouco de respeito pelo amor de Deus!

(se você já sofreu algo pareciso com o que citei acima leve este texto para o seu blog e ajude a provocar esta importante mudança. Não seja PACIENTE. Meu público no Dany, Danielle é pequeno. Apenas 500 acessos diários. E no seu blog? 500 + 500 + 200 = um monte de gente indignada e querendo mudanças)
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(Editado devido a alguns comentários superficiais - coisa que abomino, mas vamos lá...)


Escrevi este texto de forma bastante generalizada, porém com a plena consciência de que existem bons profissionais de saúde em nosso país.
Assim o fiz porque a situação não é isolada.
Não é uma questão de sorte e de não fazer boas escolhas.
Só não enxerga isso quem prefere viver num mundinho de sonhos, ou se acomodar no caos.
Eu prefiro ver a realidade e fazer algo para mudá-la.
O comum, nos dias de hoje, é o péssimo médico.
O mais fácil é encontrar o que não vai te olhar direito.
Falar do raro pra quê? Parabéns para os raros, óbvio... apesar de que estão cumprindo apenas o papel ao qual se comprometeram.
O intuito deste texto foi, sem sombra de dúvida, dar um grito por mim em primeiro lugar, porém, ao mesmo tempo, me fazer voz de inúmeras pessoas que compartilham comigo esta indignação.
Alberto, Paulo e Maria possuem duas pediatras únicas (que vão além do grupo dos raros).
Médicas com o dom divino de curar, que apesar de viverem da medicina, muitas vezes nem cobram pelas consultas que fazem só pelo compromisso de vê-los bem.
Porém conseguimos encontrá-las após peregrinar e penar na mão de inúmeros péssimos profissionais.
Médicos inescrupulosos que prescreveram, dentre outras absurdidades, injeções de antibióticos para meu bebê, quando este tinha 15 dias de vida e uma suspeita de infecção urinária, descartada dias depois por um médico mais atencioso.
Este foi apenas um caso, dos outros muitíssimos que vivi na própria pele. (Fora os relatos de pessoas próximas)
Muita, muita indignação me fez acordar às 6 da manhã para externar tudo isso.
Vou dormir, descansar o corpo, a mente e rezar.
Rezar para ter saúde."

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Dieta Coletiva - semana 5

Oi gente! Como foram de fim de semana? Tudo bem?
Hj estou bem feliz pq eu emagreciiiiiiiiiii. Ainda não emagreci tudo que engordei, mas já melhorou. Foram menos 1,1Kg. Ainda faltam 300g para voltar ao peso antes de engordar.Feliz!
Eu cuidei muito das quantidades e fiz minha atividade física regular. Atividade física não é um grande problema pra mim. A questão mesmo é a quantidade de comida. Vou continuar assim, espero perder mais, mesmo com a páscoa. Não faço planos de comer chocolates, mas como vou viajar, sempre se come mais.

Beijinhos e ótima semana para todas!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dieta Coletiva - semana 4

Então, eu sei que hoje não é segunda (dia de postagem da dieta coletiva) e que eu não postei na segunda passada (semana 3)... Eu também sei que nas últimas semanas comi muito errado, exagerei nas quantidades, comi rápido e me "presenteei" com doces e mais doces... O que eu não queria saber , mas sei, é que eu engordei mais ainda. Na última postagem sobre isso eu tinha engordado 400g e agora foi mais 1kg...
Desde que estou indo na nutricionista e na psicóloga com o objetivo de trabalhar minha questão com a comida, eu tenho emagrecido vagarosamente e mantido. Agora, engordei. Engordei pq não fiz o que era melhor pra mim. Engordei pq não me controlei.
Eu prometi pra nutri e pra mim mesma que vou correr atrás do prejuízo e perder estes quilos logo, e prosseguir no meu processo.
É isso. Estou envergonhada, mas não quero ficar me chicoteando também. Bola pra frente.
Dia destes eu peguei esta imagem num blog (não consigo lembrar de qual, se alguém souber eu dou os créditos, claro)e acho que resume o que eu desejo que seja meu pensamento agora.


Beijos!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A lição sabemos de cor, só nos resta aprender

Blogagem coletiva: Por uma vida mais leve e mais feliz





Muito interessante esta blogagem coletiva pq ontem mesmo na terapia eu falei de algo que tem tudo a ver com culpa, escolhas...
Eu percebo que estou sempre me sentindo culpada pelo que não estou fazendo. E isso me impede de usufruir com plenitude o que estou fazendo no momento, o momento presente.
Funciona assim: Se eu estou lendo blogs ou postando, sinto culpa por não estar limpando e arrumando a casa. Se arrumo a casa, sinto culpa por não estar estudando. Se estudo, sinto culpa por deixar de descansar. Se descanso, sinto culpa por não estar me exercitando como deveria. Enfim, é culpa sem fim. Claro que tudo isto está relacionado a um desejo (ridículo)de ser perfeita em tudo. Embora conscientemente eu saiba que não sou nem nunca serei perfeita, que a vida não é e nem nunca será perfeita, vira e mexe eu me pego mergulhada no desejo de ser perfeitinha e ver TUDO que faço 100% bem feito e tal.
Eu não tenho a menor dúvida de que o meu excesso de peso é também uma representação do excesso de culpa.
Quero ter uma vida mais leve em todos os sentidos.
Li em algum lugar, não lembro onde: "Quero meu corpo em dia, mas quero minha alma inteira"
Beijos sem culpa

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Aceitação, o início da transformação

Meu desafio atualmente tem sido exercitar isso: a aceitação. Uma grande amiga me enviou este texto e eu compartilho com vocês.
Beijinhos


Aceitação, o ínício da transformação (Ana Cristina Pereira)

A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, sendo fracos.

De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos,devemos começar aceitando.
A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.

É difícil aceitar uma perda
material ou afetiva;
uma dificuldade financeira;
uma doença;
uma humilhação;
uma traição.

Mas a aceitação é um ato de força interior, sabedoria e humildade, pois existem inúmeras situações que não estão sob o nosso controle.

As pessoas são como são, dificilmente mudam.
Não podemos contar com isso. A única pessoa que podemos mudar, somos nós mesmos, portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.
Ser resistente,brigar, revoltar-se, negar, deprimir, desesperar,indignar-se, culpar, culpar-se são reações emocionais carregadas de raiva.
Raiva do outro, raiva de si mesmo, raiva da vida. E a raiva destrói, desagrega.

A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar.

Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se. Aceitar é estar lúcido do momento presente e se assim a vida se apresenta, assim deve ser.

Tudo está coordenado pela Lei da ação e reação.
No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.

Tudo é movimento. Nada é permanente.

Nossa tendência “natural” é resistir,não aceitar combater tudo oque nos contraria e o que nos gera sofrimento. Dessa forma prolongamos a situação. Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.

Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados,frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.

Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio. Aceitar é o que nos leva à Fé.

É fundamental entender que aceitar não significa desistir e seguir adiante com otimismo.
Ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida.
Aceitar se refere ao momento presente, ao agora.

No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer-lhe oferecer. Novas idéias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento.